FUCK OFF COVER: alguem liga ?

Por Talles Lucena.

FUCK OFF COVER: alguem liga? (Parte 1)

Esse post é venenoso…

Dia 13 de março, no mocó, casa que passará a nos restar (sem tom pejorativo) para fazer som próprio de cada dia em Fortaleza ( valeu, hey ho, até a próxima !), e sabendo que as demais estão cheias de freddies mercurys, bonos e amys (não da pra competir), nós do panela discos faremos uma noitada com os anônimos: DONZELA, JOSEPH K?, INFLAME e PLASTIQUE NOIR.

Anônimos? Sim, anônimos. Só pelo fato de você (sim, esse post tem destino certo) ter apenas ouvido falar.

Se você que está lendo esse texto nunca comprou um cd, ou ao menos se deu o trabalho (qual?) de baixar um disco de uma dessas bandas, se nunca “comprometeu” seu orçamento mensal dedicando a média de 5 a 10 reais para vê-los, ou nem mesmo pôde, em algum momento atribulado da sua vida de orkuteiro, adiciona-los como seus favoritos, sim, eles são anônimos para você e em extensão para cidade onde você mora, pois fora daqui eles podem ser tudo aquilo que você admira no quintal alheio.
Todo o serviço está no cartaz, a quem interessar possa.
Antes de algum babaca querer tentar me atingir: eu tive sim um projeto de bandas covers chamado ROCKOVER, que durou cerca de 8 meses. Ele só acabou por conta da SEMAN, que proibiu as atividades com banda no cantinho acadêmico (e isso inclui o MOVA-CE). Se o carinha (inha) do seman não tivesse problema com baterias, eu certamente não teria por que ter terminado o projeto. Mas me enganei: eu já não faria nada mesmo por lá com bandas cover.
Porque acho que “underground” é compromisso. E quando se olha para as agendas das casas e só se vê bandas tocando músicas alheias, algo ta errado.

Eu sei que você quer se divertir…eu também me divirto e tenho GRANDES amigos que tocam nas bandas covers…o problema não é elas, é VOCÊ.

Toda casa tem direito de colocar QUEM eles quiserem pra tocar. A culpa também não é deles. Eles querem você sempre por lá, nem que seja pra ouvir a mesma coisa.

O que é foda é você vir dizer que aqui na cidade não tem NADA que preste, que nenhuma banda é boa o bastante para seu ouvido…isso é mentira (não estou elogiando seu ouvido).

O que é foda é você vir dizer que não tem grana para ir a um show autoral…isso é mentira também.

O que é foda é você dizer que as bandas de hoje não fazem mais som como antigamente, como se não tivéssemos a necessidade artística de nos recriar…aliás, isso serve também para nossa vida pessoal, pedras que rolam não criam musgo. Deixando bem claro que isso é um argumento tão forte quanto papel higiênico molhado.

Pare de pedir cortesia, por favor.

Então: não sou contra banda cover, apenas detesto desculpas, e Fortaleza está cheia delas…você certamente já deve ter usado alguma delas pra algum amigo seu que tenha te convidado pra algum show dele…DELE, mesmo.

Dia 13 de março você terá outra oportunidade. Tudo que você precisa está no cartaz.
Estaremos lá esperando por você, e só.

Parte 2- Fôlego na periferia: projeto MIRC.

Neste último sábado, dia 20/02, fui conhecer a noitada do projeto MIRC, lá no bairro do Henrique Jorge.

Quem torce o nariz, continue torcendo, pois não faz falta.

Cerca de 250 pessoas estavam no lugar curtindo a programação.

250 pessoas é público invejável pelo Dragão do Mar. É ouro!
Muito bem organizado, muita iniciativa, bandas de todos os gêneros e estilos. Ah, tem banda cover lá também, mas a selvageria que eu vi no show do YEAH e no THE GOOD GARDEM eram SUPER honestas: todos cantando as músicas dos caras, participando, se entregando mesmo no show. Não fiquei pra ver as bandas cover (nada pessoal), mas acho que com elas não foi menos interessante.

A verdade é que de lá, da periferia de Fortaleza, a que chamam de bela, tem um puta projeto de música rolando.

E trabalhos autorais e covers em plena harmonia. Será que é uma solução?

Não sei, nem quero saber, na verdade.

Só quero que continue funcionando assim por lá.

E que eles continuem nos dando tapas e mais tapas na cara. Quem quiser que continue amassando a bunda na calçada da praça Portugal.

Pode parecer nostálgico, e é pra ser mesmo. Mas não da pra não sentir saudade dos anos 90, que foram a minha época, pelo menos. Muitas casas, muita gente, muitos shows.

Se alguém discordar, desculpe, porque então eu era o cara mais sortudo do mundo, pois onde eu ia tava bombado.

Sabe quem matou a porra toda? Quem matou o “underground”.

O MIRC ta fazendo underground…e com propriedade.

A galera do metal no clube Santa Cruz também. Palmas pra ambos.

Mas já sei como é o papo: ah, Henrique Jorge é muito longe, tem muito ladrão…essas coisas.

Continuem vendo o Datena em casa.

TODA a cidade é perigosa, cara, te alui.

Enfim: parabéns pra o MIRC, achei do caralho o show. Que sirva de exemplo, pra quem quiser.



83 respostas para “FUCK OFF COVER: alguem liga ?”

  1. R. Jusça disse:

    hauahauahauahauahauahauahauahauahauahauahaua

    Boa, Carlos Renato!
    Essa nem eu pude deixar passar!

    hauahauahauahauahauahauahauahauahauahauahauaha

    O cara é tão cover, mas TÃO COVER, que tenta incorporar o Steven Tyler até no jeito de escrever num fórum.

    “Adoro o que há dentro das mulheres. Principalmente quando eu estou dentro delas.”
    (Steven Tyler, o original)

  2. Daniel disse:

    1º Bem, sinceramente, não costumo ir à shows, nem de bandas daqui, nem de qualquer lugar. Vez ou outra é que dou uma saída pra assistir alguma coisa, e portanto me sinto imune às críticas quanto ao público, que não vai aos shows das bandas autorais do estado.
    2º Isso não me impede de conhecer e apreciar o trabalho que as bandas locais e autorais têm feito. Não tenho nada contra cover, mas, de fato, faço coro ao que têm dito aqui os colegas Thalles, Marcio Mazela e outros. Isto porque considero o rock autoral cearense um dos melhores do país. Temos ótimas bandas, como a própria Platique Noir, que nem é de um estilo de rock com o qual eu me identifique tanto, mas é uma banda que, desde que escutei a primeira vez, pensei comigo mesmo: “caralho meu, esses caras são bons”. Isso vale pra várias outras bandas e artistas do cenário local, como Os Malditos, George Belasco, Clamus, o pessoal da Joseph K, enfim, o rock autoral aqui é de primeira qualidade e os caras que estão de fato criando podem sim bater no peito e sentir-se orgulhosos do que estão fazendo.
    3º …

  3. talles disse:

    daniel: ah se nossa cidade visse isso.
    o nivel das bandas aqui é realmente MUITO alto. quem viaja por ae
    ve como la fora o negocio é muito diferente.

  4. Carlos Renato disse:

    Cada um faz o que quer , eu admito e aceito isso.
    Mas casa um deve fazer do seu jeito,com seu estilo e assim a cena cresce.

    Eu num vou nem falar do nivel das bandas daqui, conheço gente que é formado e outros que estão se formando em músicas que estão aew com bandas autorias, Joseph K , canta em inglês fluente, não o velho embromation que bandas covers cantam que até mesmo quem num sabe porra nenhuma de inglês , mas conhece a banda a música nota que o vocal está cantando errado . ( Num se importam nem em fazer o básico de inglês , é no estilo, Don´t tu rái, Don´t Tu rém).
    Fazer som com autoridade, criatividade e sendo próprio num é tão dificil, mas não é lá fácil, vede The Good Garden, se inspiram no dia-a-dia e no seu próprio bairro o tão discriminado Bom Jardim, mas ainda assim é uma das melhores bandas que eu já vi tocar sério, eles tem técnica, o guitarra é um loco e o batera tem um estilo próprio de tocar eles e muitas e tantas bandas aew podem se apresentar em qualquer palco e em qualquer canto.

    E eu que acompanho vejo o esforço dos caras , assim como de muitas bandas é uma caminhada dificil, mas o que quiserem e tentarem , mesmo que não dê certo para mim particularmente são Vitoriosos.

    “Fazer som autoral e mandar a ver num é estilo e sim vontade e coragem próprias de se fazer o que quer, sem ter medo de errar.”

  5. piroca disse:

    o melhor da good gardem é que todos os integrantes gostam de mim…

  6. Adams disse:

    O Thalles tava absolutamente correto no que diz respeito a CULPA DO PÚBLICO. Já tive bandas autorais aqui em Fortaleza com públicos até razoavelmente bons e presenciei ao andamento da cena autoral daqui por praticamente morar no falecido Noise 3D.
    Em meados de 2005 agravou-se o fenômeno da morosidade do público cearense.

    *Pagar R$5,00 pra ver as bandas daqui? Nam!
    *Vai ver a banda de uma amigo, pede logo cortesia!
    *Deixar de beber na casa de show pra beber na calçada (apesar dos preços idênticos) é algo ainda inexplicável pra mim.

    Acho até “razoável” um cara ter uma banda cover pra ganhar uma grana e se estabilizar um pouco, mas nada se compara a gerar seu próprio som e ver uma ruma de gente cantando junto como foram nos meus áureos tempos de 69% Love.

    Hoje vejo bandas até melhores, tocando pra públicos pífios e preguiçosos.

    Tocar SÓ COVER é mediocridade. Assistir SÓ COVER é mais medíocre ainda. Não é só gozar com o pau alheio (Melhor definição ever)… É achar que você é foda por gozar com o pau alheio. No fim você é só um copista, no mesmo nível do cara que bate xerox na frente do CEFET. E ele não se acha foda!

  7. Marcelo Mirror disse:

    É, gente. Complicado a “vida” de uma banda autoral, principalmente se tratando de rock e aqui em Fortaleza. Tô falando uma coisa que todo mundo sabe, masss…
    Tudo o que falaram aí é verdade, o problema maior é o público. Vamos tentar mudar essa realidade e apareçam aew nesse show. Vamos botar pra quebrar, todas essas bandas vão dar o sangue, pode ter certeza!
    Abraços!

  8. Paola Benevides disse:

    Bastante oportuno este espaço, na verdade, oportuníssimo para expressar, dentre tantos os que aqui esbravejaram reflexivamente, minha tamanha satisfação em pertencer atualmente a uma banda de rock autoral no Ceará.

    Isto porque comecei a dar as caras nos locais de entretenimento em Fortaleza trabalhando o cover. Fazia na intenção quase adolescente de aproximar-me mais, em diversão, da música de meus “ídolos” – palavra forte esta, não?

    Pois bem, honestamente, não me arrependo ou me envergonho de ter participado disto. Através das primeiras experiências de palco é que pude vislumbrar os meandros desse cenário musical de criatividade tão menosprezada, tecendo novos contatos e modos diversos de me expressar artisticamente, sem ter de me caricaturar nem me esconder em propostas já tão repetidas.

    Minha história parece bastante inusitada, haja vista ter me proposto, como mulher, a assumir os vocais de uma banda cover do U2. Eis o que poderia ser um diferencial mínimo dentro de tanta imitação, contudo, felizmente fui execrada pelos membros da banda e parte retrógrada do público, que não se habituava com a minha versão feminina para um Bono pseudo. Sempre tinha um gás muito MEU ali e creio que isso amedrontava.

    Alivia-me o fato de que hoje não terei mais de sustentar uma mentalidade estreita, que não aceita o novo. Era sofrível pertencer a um grupo que após um ano sem se adequar ao meu tom de voz natural (isto porque queriam fazer o som mais aproximado possível, o que me forçava a usar dos timbres de voz masculina), vem a mim e diz: “você está fora porque queremos ser cover, e com uma front girl, nunca seremos como o U2.” Ora, e agora eu chego e digo com muita classe fêmea: FALTARAM-LHES CULHÕES!!!

    Grata sou aos meus parceiros artistas da terra, poetas, músicos, que sempre me incentivaram para a composição. Agora me encontrei. Muito prazer, chamo-me Paola Benevides, cantora compositora da REMAINS, banda de rock Indie/Pop/”sem rótulos” AUTORAL. Abraços!

  9. Bom, pra quem não me conhece, cantei numa banda chamada Emphase, que prestava tributo à banda The Doors. Começamos em 1997 e findamos em 2010.

    Eu acredito tanto que as pessoas e bandas daqui façam a diferença com seus próprios trabalhos, que mantinha um ábum exclusivo para divulgação dos shows na cidade, bem antes do pessoal da “Fortaleza Rock”. Inclusive com apresentações de outras bandas nos mesmos dias das nossas. Não faço mais isso por questão de tempo e pelo fato da extinção do grupo.
    Ganhamos sim algum dinheiro com as músicas de Jim Morrison & Cia. Quanto? O suficiente pra cobrir as despesas com som, estúdio para ensaio/gravação, gasolina, passagens de ônibus, alimentação e… ufa, tomar uma cervejinha e ir pra casa de ônibus corujão ! Não sou músico profissional, não possuo registro em qualquer órgão correspondente. E apesar do que o Comediante escreveu, eu não me enquadraria como contraventor, mesmo sabendo da existência da lei. Aliás, arrisco dizer que ajudamos os velhinhos remanescentes e a família de Jim à descolar mais uns trocados.

    Conheço muitos dos que escreveram aqui e queria dizer que acredito, admiro, sou entusiasta e respeito o trabalho de vocês. Tenho “N” motivos na minha família que me impedem de ter uma vida noturna. Isso me consumia e ainda consome um bocado, mas não vem ao caso. Por isso contribuía como eu podia: divulgando.

    Hoje em dia Pedro (guitarra) e Vladya (bateria) teem suas respectivas bandas e estão muito felizes com isso. Sou apoiador número um. Sou um intérprete desprovido da habilidade de compor, mas se der na telha e se precisarem de uma voz para as composições, serei o 1º da fila.

    Terminando e resumindo: Não me considero desonesto pelo que fiz. Nossas apresentações sempre foram feitas com o máximo de responsabilidade possível. Não nos travestíamos ou usávamos outros artifícios pq nossa relação com os Doors era absolutamente musical, com músicos fazendo a coisa com profissionalismo e afinco. As pessoas gostavam pra caramba e isso podia ser visto em cada rosto. Eu cantava com a alma, saca? Não vou desconsiderar tudo que aconteceu. Não mesmo.

    Queria dizer que o que “Comediante” escreveu deve ser levado muito à sério. Não sei quem vc é, mas abriu mão da egolatria presente e simplesmente argumentou de forma sólida e convincente. Uma coisa é certa, vc é profissional e sabe onde pisa.

    No mais, abraços e bom trabalho/diversão à todos.

  10. alexandre disse:

    Piroca vc é realmente maravilhoso heheheheheh obrigado pela força Renato vc é phoda, abração.

  11. Edmundo disse:

    É meus caros..é um debate e tanto…e como tantos aqui eu tbm já tive meu tempo de cover…e acredito que possa haver a coexistencia tranquila entre som próprio e som alheio…

    fico pensando de onde vem toda essa resistencia a tudo que é novo…
    tenho cá minhas teorias mas não cabe citá-las aqui agora…

    Só o que eu sei é que dia 13 vamos estar lá com NOSSO som…e todo aquele que tiver algum interesse será muito bem vindo!!!

  12. hahaha, essa do paga-pau do Aerosmith foi linda! Imagino os naipes das “gatinhas” que vão ao show – já agarrá-las e comê-las é outro papo, né? Pois é, quem não tem Steven Tyler (que tá velhote pra caralho – o rock deveria ter data de validade) caça com um idólatra qualquer (idólatras comendo idólatras? Apocalipse?). E se tem gente que curte comer merda, quanto mais pode curtir um showzinho cover…

    Interessante essa falta patente de criatividade e altividade – as tais “gatinhas” (que não devem passar dos cansados gatos velhos costumazes do rock fortalezense – suvaqueira, vinho baratal e roupitchas pretas com ‘excesso de informação’), não podendo idolatrar o original, se contentam com qualquer pulha.

    Se até o Ed Motta deve comer umas putanas, quanto mais alguém menos feio. Basta subir num palco que as “doidinhas” batem palmas com os grandes lábios de suas bucetas – não importa quão feio, tosco e babaca seja o dito “artista”, eheheh. E essas marias-palheta tão no mesmo pinico dos imitadores baratos: idólatras, nada exigentes, embalistas e preguiçosas. Mas groupie é pra isso mesmo, tu come e dá tchau e bença. Mas usar “gatinhas” como termômetro de “sucesso” é digno d’um quadrúpede.

    Bora criar, gente. Porra, gastar grana com ensaio, equipamento, manutenção, deslocamento e afins pra fazer ‘tributo” parece coisa de crente que chupa a rola de seu deuzinho fake. E pensar que o cachê desse bando de preguiçosos é ainda maior que as bandas que ralam de verdade… Essa cidade e esse público são mesmo estranhos… Adams, estou com você também!

    E fuck off mundial pra esses simulacros baratos, fuck off com brita, areia grossa e maldade!

  13. E que português maravilhoso tem sido ‘falado’ aqui… Se a galera tem preguiça de aprender o próprio idioma, quanto mais pra compor. E essa de “certo e errado” é o papo mais ingênuo/infantilóide existente. Existe música que afeta ou não, músicos criativos ou não – como o caso desses punheteiros do pau alheio. Seria isso um sinal de pederastia enrustida? Soltem a franga, caras, sejam felizes.

    Quando a gente estiver em turnê, sendo reconhecidos por um trabalho próprio, honesto e bem feito, lembraremos melancolicamente de vocês. Aliás, não, melhor ocupar a mente com coisas dignas de nota. No Abril Pro Rock (por que não rola cover lá, hein?) tocarei com sangue no olho e verei bandas muito bacanas pra pensar em merda. Sorry.

    E EU PAGO 100 pra ganhar autógrafo deste elemento vestido de Steven Tyler, HAHAHAHAHAHAHAHAHAH.

  14. “Bora criar, gente. Porra, gastar grana com ensaio, equipamento, manutenção, deslocamento e afins pra fazer ‘tributo” parece coisa de crente que chupa a rola de seu deuzinho fake. E pensar que o cachê desse bando de preguiçosos é ainda maior que as bandas que ralam de verdade… ”

    Esse trecho todo foi em referência à mim, Renato Corleone, que por alguma falha no site, creio, não consegui visualizar meu texto original antes do que foi dito acima.
    No texto anterior falei da minha banda, sobre o fim e custos de manutenção. De uma banda cover, que se diga.

    Pô Mr Mazela, você sabe o qto, apesar de não poder ir à shows (coisa que até fiz a besteira de me atrever a explicar pq), ouvi e divulguei o trabalho de vocês? Tens noção do quanto torci pra que aquela viagem àquele festival na Alemanha desse certo? É isso que se ganha? É assim que você trata seu público?

    Não sou crente/cristão fake, não acredito nesses deuses de farinha e não chupo nada de ninguém. Sabia da minha condição de intérprete e não compositor e convivia bem com isso. Tive custos pq grana não dá em árvore e você sabe que nem p*ta trabalha de graça (espero que isso não renda mais uma analogia).

    Sei da sua persona ímpar, mas sinceramente, isso não parece vir de um homem e músico com a sua formação.
    E pelo que estou lendo, acredito que você não está nem aí pra isso e que irei ganhar novos adjetivos num próximo post vosso. Torço pra que isso não aconteça e que, se sim, as pessoas saibam como um fã e entusiasta do seu grupo é tratado por você.

  15. Carlos Renato disse:

    Ei galera bora baixar os ânimos que até agora estamos debatendo em um tom amigavel e respeitoso de uma forma geral , expressar nossos pensamentos de forma livre e expressiva, mas sendo conscientes e respeitosos como os demais, pode ser ficaria grato.

    Quanto ao público devemos sim fazer um trabalho audio-visual e divulgando o som próprio , cabe a quem está trilhando o caminho autoral sim fazer essa parte, fazendo um som , não bom ,mas sim excelente e massivo , avassalador e destrutivo de timpares humanos, para que no primeiro acorde a pessoa já diga mentalmente, ” ESSA BANDA É BOA”.

    Todas as bandas Grandes e de forte nome e renome no cenário mundial tem em seus marketeiros, que manipulam a midia ao seu redor e assim fazem seu trabalho as vezes mesmo sendo ruim, bombarem isso se chama usar a midia a seu favor.

    Num tou falando que é so fazer um cd , chamar um gênio da midia e lançar qualquer coisa no mercado e deixer ele fazer a parte dele , enquanto voçê so recebe a grana na sua conta(Infelizmente isso é o que mas acontece hoje em dia atualmente.)

    Mas sim dar continuidade ao trabalho musical , não fazer so o som seu, som próprio e de sua banda serem conhecidos, mas sim ouvidos e respeitados , tem gente que leva fé na banda e até ajuda e trabalha por ela. E ela pelo menos tem que retribuir da melhor maneira possivel, não so aos seus amigos e apoiadores , mas sim em geral ao público e todos aqueles que apoiam e ajudam assim todos ganham e a cena cresce.

  16. Carlos Renato disse:

    Alexandre , eu que agradeço a voçê e ao pessoal da The Good Garden ,por terem me devolvido o prazer de se escutar um bom e verdadeiro “Rock N´Roll” e enxergar que aqui em Fortaleza , existem sim bandas boas e um espaço autoral que aos poucos pode ser conquistado com trabalho sério e árduo tudo isso em prol do Rock.

  17. Leonardo Telles disse:

    Chupar pau de deuzinho fake… é, realmente um absurdo. ja falei com o talles, vamos chamar 3 ex-groupies hoje na faixa idosa, atualmente evangelicas, pra ficarem em posição congelada, de espanto, para quando o marcio mazela adentrar la no mocó estudio. o cara simplesmente escandalizou geral.
    segue uma lista das musicas que rolarão no dia do fuck off mother fucking covers, algumas bandas já sepultadas, no meio:

    desvirtuosos – blues do momento perdido
    NRA – Paredes de Isopor
    cosmotone – impossivel
    the drunks, baby – new age
    october leaves – sirens
    Red Run – No Song
    hopeless – loudly
    69% love – unbeliavable D
    Los Coçadores del Chaco – Quo Vadis
    Dead Poets – Home
    2fuzz – Dubious Situation
    Belasco – Alexei
    Atomic Bomb Watcher – Far Away From the Sun
    good gardem – discurso pro-catisse
    bonecas – vovo eu uso saia
    jonnata doll – zumbis dançando rock roll
    monophone – agora eu sei

  18. Rock disse:

    …isso acontece em todos os estados, alguns com mais apoio do públicos, outros com menos.
    A verdadade é que as bandas precisam de valorizar. Enquanto elas tocarem por bebidas, achando que isso é rock”n”roll, a galera vai ficar do lado de fora e fazer a mesma coisa..

    que merda é essa? As pessoas gostam do dificil. As bandas precisam enxergar isso… o publico vai pagar entradas caras quando quem estiver no palco impor essa posição.

    Todos precisam aprender…poesia..todos sabemos,,rock, há um muito em todos nós…valorização, somente pra quem paga…é assim em todo lugar..

  19. Ué, pra mim tô sendo respeitoso, botando as coisas em seus devidos lugares; queima-se quem quer. Fora que tem um outro fator: em que esse debate vai servir pra uma situação empírica de fato? E sinto, Renato, mas é a minha mais sincera opinião – a qual sempre divulguei e nunca neguei ou negarei.

    Já disse pra ti: “cara, tu é um cara bacana, tem talento, tua banda é muito boa, bora investir num material próprio”. Simples assim. Ao invés de se ofender e levar pro lado pessoal, canalize a “chateação” pra criação, todos sairemos ganhando. Aí eu saio de casa instigado – pra ver algo original, não o mais do mesmo que me obriga a ficar em botecos enchendo a lata. O silêncio ou as músicas trash destes locais me fazem muito mais bem que ouvir redundâncias.

  20. talles disse:

    É AMANHA, GALERA !

  21. Renato Corleone disse:

    Não sei se interpretei mal, mas é que acho que estava sendo tratado como o pai da Liv Tyler, o que não era justo. Mas entendo seu point of view, pq é a visão de alguém que cria.

    Se serviu empiracamente pra algo? Não sei, mas melhorou e muito, o nível do debate com sua resposta. Gostei do “canalizar para criar”. Vai que consigo.

    Mas enfim, continuo apoiando o que se cria aqui e torcendo muito por todos.

    Gosto e continuo gostando da Plastic. Do nível, sonoridade e organização de vocês. Espero que arrebentem nos shows interestaduais que estão por vir.

    E amanhã, que o Fuck Off Cover seja massa !!

  22. Renato Corleone disse:

    Putz… sorry. *PlastiQUE

  23. Carlos Renato disse:

    Bem traduzindo em palavras o festival de ontem:

    “Fuck off cover to the stalk!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”

    Festival do karaleooooo! , espero que haja mas edições e que seja colocado de cara , na programação anual da cena Rock de Fortaleza.

    Parabéns ao Panela , a todas as bandas, Enfim e a todos que compareceram, quem foi eu garanto que num se arrependeu e ja deve estra pedindo BIS.

  24. Paulo Moreira disse:

    Boa tarde amigos, tenho 51 anos, sou casado, tenho 2 filhos lindos, diga-se de passagem, fui ao primeiro Rock In Rio em 85 e aproveitei bem, em época,os mais diversos clássicos do rock que vocês possam imaginar. Porém com todo respeito, não sentaria em uma mesa de bar que estivesse tocando Plastic Noir, Monophone ou qualquer outro simbolo pop/indie/local.

    Sou adepto da expressão “não se faz mais musicas como antigamente”, apesar de gostar bastante da banda Renegados e outros rapazes que tocam blues cujo nome de trabalho não me recordo agora.

    Gosto de um repertorio que caia bem com cerveja e um bom papo com os amigos e acredito que assim como eu seja a grande maioria da clientela das casas noturnas da cidade.

    E se a questão é mercadológica logicamente quem leva a melhor nessa guerra criada na mente frustrada, de alguns, é quem gera lucro, renda,paga a conta, frequenta o casa e não quem compra bebida no super-mercado e consome do lado de fora do estabelecimento, nem quem compra produtos externos para consumo interno, SIM, é deste tipo de gente que estou falando.

    Para este tipo de cliente, a cidade lhes reserva serviços do mesmo calão, pois assim como eu, acredito que muitos não se sentem a vontade ao ver garotos de olhos pintados, piercing, batom, muitos menos travestidos de mulher.

    bacana ver jovens empolgados em posar de rockstar, viajar por ai, aplaudirem a expressão “Do it your self”, porém quando toda a empolgação a paixão por todo este mundo de conceitos, debates e diversidade de opiniões que é o rock independente passar. Talvez vocês tenham a mesma opinião e paciência para certo tipo de musica e antiga discussões(como esta) do que eu.

    Obrigado e boa tarde.

  25. Comediante disse:

    Esse debate ja ficou ridiculo.
    Se algum músico escreveu aqui,e foi o autor dessas ideias ridiculas,de graças a deus de ser um bom compositor.
    Porque a mentalidade de vocês em fortaleza é redicula,não é atoa que ninguem olha para a cena de fortaleza.
    Espero que vocês melhorem.

  26. Rejane disse:

    “Imagino os naipes das “gatinhas” que vão ao show – já agarrá-las e comê-las é outro papo, né? Pois é, quem não tem Steven Tyler (que tá velhote pra caralho – o rock deveria ter data de validade) caça com um idólatra qualquer (idólatras comendo idólatras? Apocalipse?). E se tem gente que curte comer merda, quanto mais pode curtir um showzinho cover…”

    Muito infeliz esse seu comentario Mazela. Cada atrocidade dita ¬¬. Quem não conhece a banda Plastique acaba julgando, por uma opnião sem sentido como a sua. Imagine só, se o guitarrista da banda tem esse infeliz pensamento, imagine o retante da banda, será que são todos uns machistas oportunistas como seu guittar? Ainda bem que eu conheço os outros integrantes e posso dizer que não! Airton e Danyel são pessoas otimas, ao seu contrário que deveria ser internado num hospital psiquiatrico.
    O rock deveria ter data de validade??? Como é que é??? Quanto mais velha a banda, mais experiencia, mais qualidade musical… ou vc acha que a própria Plastique toca com a mesma qualidade de seu primeiro ano de existência? Acredito que não. E acredito sim que as melhores bandas de rock existentes foram as que já passaram. Anos 70 e 80 estão aí pra comprovar. Enquanto á vc Mazela, sinto muito por sua opinião absurda e infeliz, mais espero que já como se considera “artista”, tome mais cuidado com o que diz, pois sendo “artista” está expondo a associação de opiniões á banda e os seus outros integrantes. Adoro plastique noir mais sinto informar que prefiro ficar em casa escutando meu cd do que ir pagar um ingresso ao show para olhar um exibicionista triunfar suas infelizes opiniões. Sorry Airton e Danyel.

  27. E o comediante é mesmo uma comédia, eheheh, cagou em cima das boas declarações passadas. “Porque a mentalidade de vocês em fortaleza é redicula (sic),não é à toa que ninguem olha para a cena de fortaleza”. Pra soltar uma dessas é pura viagem desinformada, ainda mais com pseudônimo. Planeta Terra, cara.

    E que fique bem claro que minhas opiniões dizem respeito a mim, não se estendem a meus companheiros de banda; se alguém é tão imbecil de achar que um fala por todos em todas as ocasões deve calçar logo 4 ferraduras e comer grama de ruma. Em nosso caso são 3 subjetividades, e eu represento o caos e assumo isso com prazer. Há anos tenho esse posicionamento político e pra mim e outros com sangue no olho, a boa política é aquela que não fica em cima do muro. Viva a criatividade e o compromisso com a renovação da cultura!

    O que importa, no final, é que foi do caralho! Todas as bandas mandaram muito bem, demonstrando garra e seu valor – e o melhor, cada uma com estilo bem diferente uma da outra. Noite foda, público do caralho, clima ótimo! E que venham mais edições! E, por enquanto, caso encerrado pra mim. Bola pra frente e bora criar, a vida pede.

  28. Comediante disse:

    É realmente fortaleza ta cheio de gravadoras e produtores dos mais renomados da indústria musical Brasileira.
    Ate já lançaram diversas bandas de Fortaleza-Ceará,para o mercado mundial.

  29. Rejane disse:

    Pois é Mazela, vc se comporta como ‘O ARTISTA’ mais quando toma, sabe mudar de assunto facinho, facinho.
    Denegrir a imagem das girls que curtem rock (incluindo Plastique) com comentários tipo: “Basta subir num palco que as “doidinhas” batem palmas com os grandes lábios de suas bucetas – não importa quão feio, tosco e babaca seja o dito “artista”, eheheh.” vc não está se referindo ao Marcio e sim ao “artista” mazela e componente do grupo Plastique. Refere-se á Groupies? Uma pessoa que diz que o rock deveria ter data de validade tem noção do que diz? Do quão sabe separar uma rock girl de uma groupie? Me polpe! Vc não sabe o que diz e acaba se enrolando com as astrocidades que dispara. Tenha mais ponderação nas suas palavras pelo menos quando for para criticar/denegrir alguem, pois vc é um exemplo vivo de que ‘até onde o ser humano pode chegar’

    E outra, groupies são ‘doidinhas’ que dá pra comer facinho? Acredito que bem mais valores elas tem do que vc, que se acha um artista com vasto talento mais que na verdade não passa de um estrume perdido no matagal seco.

  30. Raphael Joer disse:

    Eu não troco o bixin vestido de Roger Taylor por nenhuma banda autoral daqui não!

  31. khuru disse:

    It’s only rock and roll and fuck tehm all the rest!

    Khuru

  32. wesley disse:

    eu to pouco me lixando pra essa porra de couver
    isso ta fuddendo co agente que trabalha com coisa nova e muito boa o rock autoral estamos em pé de guerra com essa turminha de adolescentes que estão demorando a aprender o que significa underground, mas a resistencia está formada CUNDER,MIRC e PANELA de mâos dadas para fuder com o couver hahaha viva o rock n roll entre para o club e seja mais um ser pensante.

  33. Raphael Joer disse:

    Gostar de rock tá muito complicado…
    tudo vira um debate!
    vou ouvir um tom jobim!

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